Outros cuidados contínuos
Não é só envelhecimento. É qualquer rotina de cuidado.
O filho adulto autista, o marido depois do AVC, a irmã com lesão medular. O relato é o mesmo, com as perguntas que fazem sentido para vocês.

Como ajuda
Autismo nível 3 na vida adulta
Dois cuidadores, rotina previsível, transições que importam.
Sequelas de AVC
Terapias na agenda, a esposa de manhã e quem cuida à tarde. Todos lendo o mesmo relato.
Lesão medular
Cuidados diários com mais de uma pessoa na escala.
Deficiência intelectual
Cuidadores de dia, família à noite. O relato liga as duas partes do dia.
Demências em adultos mais jovens
Quando o cuidado começa aos 58, e não aos 85.
Pós-cirúrgico longo e paliativos
Semanas ou meses com cuidadores em casa, e a equipe de saúde com o histórico em mãos.
É o mesmo relato do turno, com as perguntas que fazem sentido para vocês. A orientação clínica continua com a equipe de saúde, agora com o histórico em mãos.
Perguntas que outras famílias escolheram
- Como foi a transição do almoço?
- Como foi a fono hoje?
- Fez as mudanças de posição combinadas?
- Teve algum momento difícil? O que ajudou?
Depoimentos
O Davi tem dois cuidadores, o Everton e a Jussara, e eu trabalho fora. Eu escolhi as perguntas que fazem sentido para ele, e não para um idoso: como foi a transição do almoço, se o fone de abafar ruído foi usado. O relato é o mesmo. As perguntas são nossas.
Cristina Mouramãe do Davi, 27, autista com nível 3 de suporte. Porto Alegre, RS. Usa há 6 meses. Eu fico com ele de manhã e o Wellington, cuidador, à tarde, para eu poder ir ao mercado e à minha própria médica. Na hora do jantar eu leio o relato e sei como foi a fono, sem precisar perguntar na frente dele.
Vera Lúcia Andradeesposa do Jorge, 71, em casa depois de um AVC. Santos, SP. Usa há 4 meses.
O primeiro relato chega no fim do primeiro turno.
Cadastre a família, escolha as perguntas e mande o convite para quem cuida.
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