Famílias à distância
Você em Curitiba. Sua mãe em São Paulo.
A Renata, filha da dona Marta, mora a 400 quilômetros. Antes, sabia do dia pelo irmão ao telefone. Agora lê o relato da noite no café da manhã.

Como ajuda
O relato chega onde você está
No fim de cada turno. O da noite está lá quando você acorda.
A voz de quem estava lá
Às vezes, ouvir quem cuidou contar é o que acalma.
Ajudar de longe, de verdade
Marcar a consulta, conferir a escala, subir o exame. Pelo portal.
Um aviso quando o relato falta
Se não chega nem depois do lembrete, você fica sabendo, uma vez.
Perguntas que quem mora longe costuma incluir
- Como estava o humor?
- Falou com alguém hoje?
- Saiu de casa?
- Precisa de algo da farmácia ou do mercado?
Depoimentos
Moro a 2.600 quilômetros do meu pai. O relato da noite chega antes de eu acordar. É a primeira coisa que eu leio, antes das notícias.
Ricardo Almeida Santosfilho do seu Aristides, 91, que mora em São Paulo. Recife, PE. Usa há 5 meses. Minha irmã mora do lado da minha mãe e eu moro longe. Antes ela carregava tudo sozinha e eu só perguntava. Agora eu leio o mesmo relato que ela e consigo ajudar de verdade: marco a consulta, confiro a escala, pago a farmácia.
Thiago Nunesfilho da dona Zilda, 79, que mora em Goiânia. Brasília, DF. Usa há 5 meses.
O primeiro relato chega no fim do primeiro turno.
Cadastre a família, escolha as perguntas e mande o convite para quem cuida.
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